Veja sucos que previnem o mau hálito

A halitose é um mal que atinge metade da população mundial. E um de seus principais problemas é que, muitas vezes, quem sofre desse sintoma nem sabe disso. Porém, com receitas simples e gostosas de sucos, é possível evitar que o cheiro ruim na boca seja seu companheiro.

Ana Beatriz Lima, nutricionista formada pela USP, indicou algumas receitas de sucos que ajudam a prevenir e remediar o mau hálito.

Suco de limão: “O limão é um dos melhores inimigos da halitose, pois é adstringente e bactericida”, diz a especialista. E o limão não elimina só as bactérias da boca, como também as de todo o sistema digestivo. Além disso, ele regula o intestino, onde, algumas vezes, são produzidos gases que acabam sendo eliminados pelas vias respiratórias e causam mau cheiro na boca.

“Se conseguir, tome-o sem açúcar ou, no máximo, levemente adoçado. Se não for possível, lembre-se de escovar os dentes para eliminar o açúcar depositado na boca e que pode causar danos ainda maiores que o mau hálito”, diz Ana Beatriz.

Com as informações de terra

Tecnologia 3D deve por fim ao molde de gesso e silicone

Os moldes em gesso feitos a mão estão com os dias contatos na odontologia. Alguns consultórios e laboratórios estão adotando equipamentos modernos que realizam trabalhos em 3D com mais agilidade e conforto trazendo benefícios para os dentistas e os pacientes.

Essa tecnologia por escaneamentos e modelos virtuais em 3D detalham a arcada dentária e substituem as moldagens feitas com silicone ou em gesso. “Esse método traz mais conforto ao paciente e mais agilidade na entrega dos trabalhos, mantendo a mesma precisão final. Com essa tecnologia também é possível fazer estudos funcionais da articulação dos pacientes, além de projetos”, diz Joel Mauri dos Santos, dentista e especialista em odontologia estética, que acaba de investir no aparelho.

A grande vantagem é que, um trabalho que demoraria semanas e precisaria de várias consultas para ser realizado, pode ser finalizado em um dia. “Até pouco tempo não imaginávamos fazer um molde virtual da boca de nosso paciente e imprimi-lo aqui mesmo no consultório. Temos a possibilidade de planejar com precisão todos os dentes, analisando detalhes caso a caso”, diz Joel.

Segundo o especialista, essa tecnologia está atraindo mais pacientes, principalmente aqueles que possuem o tempo curto ou moram longe. “Além disso, apesar de toda essa inovação, o valor pago pelo paciente é o mesmo”. Para Joel, o principal benefício é a qualidade de vida que a técnica traz para todos os envolvidos. “Atualmente, nossos pacientes querem a solução em um curto espaço de tempo, com a menor intervenção possível”.

Com as informações de Terra

30 milhões de crianças nunca foram ao dentista no Brasil

Os problemas dentários estão entre os mais graves na área de saúde pública no Brasil, atingindo principalmente a população carente. É o que revela pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS), coordenada no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz. Os primeiros resultados, divulgados no dia 12/06/2014, mostram que 14,4% dos brasileiros já perderam todos os dentes. Entre as mulheres de baixa renda com mais de 50 anos, o índice chega a 55,9%. A Pesquisa Mundial de Saúde da OMS foi realizada com o objetivo de avaliar os sistemas de saúde de 71 países.

Segunda a organização Dentistas do Bem, 30 milhões de crianças nunca foram ao dentista no Brasil.

Perda dentária como mutilação e desigualdade

O pior desfecho para a doença cárie é a perda dentária. Cientificamente, a extração dos dentes é considerada como uma decorrência do agravamento das doenças bucais mais prevalentes, entre elas a cárie. Mas na prática, ocorre como solução definitiva para dor, sendo motivada principalmente pela falta de acesso ao serviço e à condição socioeconômica34. A incoerência reside no fato de que, a extração é realizada pelo serviço; portanto, para a extração não falta recurso nem acesso.

Considerando o sentido da palavra perda como “desaparecimento, extravio”, entende-se que os dentes não desaparecem ou se extraviam, mas são efetivamente extraídos. Por outro lado, essa perda não se configura na maioria das vezes como tratamento indicado clinicamente, segundo os parâmetros científicos atuais. Sendo motivada por problemas sociais, a mutilação bucal pode ser vista também como uma mutilação social35.

Conforme o padrão da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Federação Dentária Internacional (FDI)36, para o ano de 2000, 85% das pessoas com 18 anos deveriam estar com todos os dentes presentes na cavidade bucal. No Brasil, em 2003, o percentual para essa faixa etária foi 55,09%. Além disso, este dado foi diferenciado entre as regiões. O percentual de completamente dentados por macrorregiões, aos 18 anos foi de 39,1% (Norte), 45,1% (Nordeste), 66,5% (Sudeste e Sul) e 65,7% (Centro-Oeste).

Outro lado da moeda

O Dentista do Bem é o principal projeto da Turma do Bem, e conta com o trabalho voluntário de cirurgiões-dentistas que atendem em seu próprio consultório crianças e jovens de baixa renda entre 11 e 17 anos, proporcionando-lhes tratamento odontológico gratuito até que completem 18 anos. Atualmente, é a maior rede de voluntariado especializado do mundo.

http://turmadobem.org.br

Agencia de noticias do Terceiro setor
Dr.Rogerio Mengarda
Diretor Clínico Odonto / Voluntário do Portal Planeta Voluntários

http://www.planetavoluntarios.com.br

Por: Agencia de noticias do Terceiro setor

Anvisa propõe restrições a venda de clareadores dentais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta quarta-feira que aprovou consulta pública de proposta que prevê a proibição de venda e propaganda de clareadores dentais. O aviso, que deve ser publicado amanhã, propõe que produtos com concentração superior a 3% de peróxido de hidrogênio, ou peróxido de carbamida, passem a ser vendidos apenas com a apresentação de receita.

Para o presidente da Associação Brasileira de Cirurgiões-Dentistas, Sílvio Cecchetto, os clareadores dentais devem ser tratados como medicamentos, já que podem trazer riscos à saúde se mal administrados. “Antes de usar o clareador, o paciente tem que ser avaliado. o dente já deve estar totalmente formado e deve-se avaliar se existem infiltrações, cáries, uma série de fatores que vão influenciar na administração do produto”, explicou Cecchetto.

O especialista explica que as principais reações são o enfraquecimento dos dentes, inflamação na gengiva e sensibilidade a gelado. Ele ainda ressaltou que se o paciente tiver diabetes, tem que estar com a doença bem controlada. Além disso, o tratamento não deve ser feito em mulheres grávidas.

Segundo Cecchetto, muitos pacientes acham que usando por um período maior do que o recomendado a ação será maior, mas “o produto tem um tempo determinado de ação. Depois disso, não funciona mais para clarear”, explicou. De acordo com o especialista, é fundamental o acompanhamento do profissional a cada sete dias, em média.

A restrição de uso dos clareadores está sendo proposta pela Anvisa depois que foi objeto de solicitação de conselhos de odontologia, associações de classe e da recomendação do Ministério Público Federal. Serão aceitas sugestões da sociedade no site da Anvisa por 60 dias, depois da publicação da consulta.

Com as informações de Terra