Fale com a Dental ABS pelo WhatsApp

A Dental ABS abre mais um canal de comunicação, desta vez direcionado ao público que usa as redes sociais e aplicativos através de smartphones: o WhatsApp!

O cliente que usa o app pode adicionar o número 11 9 8908 3691.

Sempre haverá um prestador pronto para atender as solicitações vindas dos consumidores, e auxiliar na comunicação entre eles e os vendedores.

Nosso horário de atendimento é de segunda a sexta das 8h às 19h.

A Dental ABS sempre esteve na vanguarda na utilização de novas tecnologias da internet afim de estreitar o relacionamento com seus clientes.

Um terço dos Componentes Protéticos para Implantes dentários são piratas

A ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratório) realizou pesquisa recente e chegou a conclusão de que 30% dos componentes usados em próteses sobre implante são piratas. Isto é, não tem garantia, procedência e são de qualidade duvidosa.

Vamos deixar uma coisa bem clara aqui, principalmente para o site da Folha que fez uma manchete confusa dizendo que “30% dos implantes são piratas”. Existe uma diferença entre IMPLANTE – parafuso de titânio que vai dentro do osso e COMPONENTES PROTÉTICOS – peças e parafusos especiais que servem para encaixar o dente artificial sobre o IMPLANTE. São peças totalmente diferentes. O que a ABIMO está dizendo é que os COMPONENTES PROTÉTICOS usados são piratas e não os IMPLANTES. Veja a reportagem completa AQUI.

Isso acontece há algum tempo já. Algumas pessoas estão fabricando peças de componentes protéticos em qualquer porão por aí e vendendo a preços bem abaixo dos do mercado. O dentistaprecisa desconfiar quando componentes são oferecidos a preços muito abaixo dos praticados pelas empresas que têm registro da ANVISA para vender estes produtos. O material é de procedência duvidosa, os encaixes não são bons e isso pode trazer danos ao dente artificial colocado sobre o implante e até perda do implante a longo prazo.

Está mais que na hora dos dentistas que trabalham com implantes tomarem as rédeas do seu trabalho por completo, aumentando controle e profissionalismo. Em alguns casos, o dentista não consegue acompanhar o processo por completo, por ele ter uma fase de laboratório com o protético. Calma gente, não estou dizendo que é culpa do protético, apenas que o dentista mande os componentes para seu protético ou saiba que ele usa peças originais de empresas idôneas e registradas na ANVISA. Uma maneira de controlar isso seria pedir o número de série das peças usadas em cada caso para controle.

Todas peças originais têm número de série e muitas vezes garantia. Nunca ouvi falar de empresas que fazem IMPLANTES pirateados, já que este parafuso é o que vai direto no osso e precisa ser de titânio, ter o formato correto e o tratamento de superfície que cada empresa usa. Esta tecnologia que permite tratamentos mais rápidos e eficazes hoje em dia.

Uma solução seria mostrar ao paciente os materiais que você está usando, mostrando sua procedência e validade. Depois marcar os números de série dos componentes na ficha clínica e deixar guardado para evitar eventuais problemas. Mesmo os implantes com componentes originais não têm 100% de sucesso. A maioria dos dentistas trabalha com taxas de sucesso em torno dos 95 a 98% em pacientes com condições de saúde geral e bucal normais.

Também é importante entregar ao paciente uma ficha com os dados dos implantes colocados em sua boca. Os implantes originais vêm com um adesivo contendo código de barras que podem ser colados na ficha clínica do dentista e em uma ficha dada ao paciente. Assim, se ele trocar de cidade ou de dentista no meio do tratamento, é possível saber qual o tipo, tamanho e marca do implante usado na boca do paciente.

Com as informações de Dicas Odonto

Projeto prevê prótese dentária para obesos de Mato Grosso

De autoria do deputado Wagner Ramos, um projeto de lei prevê atendimento odontológico prioritário para pessoas obesas que necessitam de próteses dentárias no Estado do Mato Grosso, como requisito prévio à realização de cirurgia bariátrica. A proposta já foi aprovada em primeira votação e segue em tramitação na Assembleia Legislativa.

Conforme o autor, o objetivo é priorizar o atendimento a pessoas com obesidade mórbida que necessitem de próteses dentárias. “A necessidade da reabilitação protética torna-se fundamental para os indivíduos com capacidade gástrica reduzida, principalmente para pessoas com obesidade mórbida, para minimizar os efeitos colaterais pós-operatórios das alterações do processo digestivo. Pois a mastigação é o início desse processo e que uma boa capacidade mastigatória”, argumenta Wagner Ramos.

Ainda conforme o projeto, a prioridade de que trata o caput será de 10% do total de próteses fornecidas pelo Estado. O benefício será concedido mediante a comprovação de que a prótese seja pré-requisito à realização da cirurgia bariátrica, através da apresentação de atestado médico.

Para que seja designada a prioridade, entenderá como pessoa obesa aquela cujo Índice de Massa Corporal (IMC) for superior a 40 e que necessite de tratamento imediato. “A melhora na auto-estima e qualidade de vida proporcionada pela redução de peso ocasionada pela cirurgia bariátrica está diretamente ligada a uma melhor percepção das condições de saúde bucal que se verifica com os resultados apresentados pelo índice subjetivo OHIP-14 (Oral Health Impact Profile), que significa em português ‘perfil de impacto da saúde oral’”, conclui o parlamentar.

Com as informações de “A Tribuna

Anvisa proíbe venda de clareador dental sem prescrição

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) passou a proibir a venda de clareadores dentais sem a prescrição de dentistas. A medida, que atende a um pedido do Conselho Regional de Odontologia do Estado de São Paulo (Crosp), foi aprovada na quarta-feira.

O controle sobre os clareadores era exigido pela entidade porque, segundo os especialistas, esse tipo de produto contém teor abrasivo, o qual pode danificar o esmalte dos dentes, causar inflamações na boca e provocar dores em pessoas com maior sensibilidade.

Segundo a resolução da Anvisa, a prescrição de um dentista é necessária para a venda de clareadores dentais que contenham concentração maior do que 3% das substâncias peróxido de hidrogênio e peróxido de carbamida, como é o caso de algumas fitas branqueadores. Além disso, o produto só poderá ser vendido em farmácias, e não mais em supermercados ou na internet, e sua embalagem deverá conter uma tarja vermelha com o aviso: “Venda Sob Prescrição Odontológica”.

Com as informações de Veja